quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Princípios de uma boa alimentação

Uma dieta equilibrada e nutritiva deve ter cinco características:


Adequação: A alimentação deve ser apropriada às diferentes fases e condições de vida, às atividades, às circunstâncias fisiológicas e de doenças.
Qualidade: Deve conter variedade de alimentos que satisfaça todas as necessidades do corpo. Os alimentos devem ser nutritivos e não apenas conterem calorias vazias.

Quantidade: Deve ser suficiente para atender o organismo em todas as suas necessidades.
Harmonia: É o equilíbrio entre os nutrientes, em relação á quantidade e qualidade.

Variedade: Fornecer uma ampla seleção de alimentos diariamente, pois os alimentos são diferentes, apresentando diferentes nutrientes.

PIRÂMIDE ALIMENTAR


Pirâmide Alimentar é um instrumento, sob a forma gráfica, que tem como objetivo orientar as pessoas para uma dieta mais saudável. É um guia alimentar geral que demonstra como deve ser a alimentação diária para uma população saudável, acima de 2 anos de idade.


Cada parte da pirâmide representa um grupo de alimentos e o número de porções recomendadas diariamente. Na alimentação diária devemos incluir sempre todos os grupos recomendados para garantir os nutrientes que o nosso organismo necessita. Os alimentos que precisam ser consumidos numa quantidade maior estão na base da pirâmide e os que precisam ser consumidos em menor quantidade estão no topo da pirâmide.

Para sabermos o número correto de porções diárias a serem ingeridas de cada grupo de alimentos, é necessário observar as calorias diárias que cada indivíduo necessita.

Portanto, é necessário que o profissional da área de nutrição planeje o programa alimentar, pois este varia conforme sexo, peso, idade, altura e necessidades individuais. Em média, a maioria dos indivíduos necessita de, pelo menos, um número mínimo de porções dentro das variações recomendadas.

Principais nutrientes de cada grupo alimentar:




- Pães, arroz, cereais, massas: carboidratos complexos (vitaminas do complexo B e fibras);
- Hortaliças e vegetais (vitamina A, vitamina C, folato, ferro, fibras);
- Frutas (vitamina A, vitamina C, potássio, folato, ferro, fibras);
- Leite, iogurtes e queijos (cálcio, proteína, vitamina A, vitamina D);
- Carnes, aves, peixes, ovos, feijão, nozes (ferro, zinco, vitaminas do complexo B, proteínas);
- Gorduras, óleos e açúcares (vitamina E, ácidos graxos essenciais, carboidratos, porém são ricos em calorias e devem ser utilizados esporadicamente).

Produtos de alto consumo agressivos à saúde

Poderíamos apresentar aqui uma interminável lista de produtos, devorados diariamente por milhões de consumidores, que estão estragando a saúde. Tais produtos gozam as mercadorias de um sistema que os coloca como carro chefe da lucratividad. Não lhes faltam incentivos publicitários. As pesquisas, feitas sob encomenda, superenfatizam, naturalmente, só os benefícios, desprezando o peso pesado dos malefícios. O alto consumo garante rica arrecadação tributária, e a simpatia dos órgãos governamentais.

CAMPO MINADO

São muitos os exemplos da associação alimentação-doença. Nossa comida certamente prejudicará nossa saúde se não tivermos certos cuidados.
Poderíamos alinhar aqui dezenas de pesquisas sobre o assunto. Nuca a nutrição chamou tanta atenção dos cientistas de saúde como hoje.
É entretanto necessário esclarecer que cada pesquisa deve cruzar um campo minado. O assunto da alimentação das massas constitui ponto de convergência para interesses numerosos e conflitantes. Como se trata de mercadoria de consumo obrigatório, o alimento é viga mestra não só da saúde, mas também da economia mundial. E não é fácil casar as filosofias destes dois setores. A economia lida com cifras, com faturamento e perdas, com perspectivas e valores numéricos. A saúde tem, em muitos aspectos, implicações diametralmente desiguais. A filosofia de mercado é um dos campos litígio. O que representa lucro estratosférico para uma determinada empresa, cujo produto é introduzido pela boca, pode corresponder a enorme prejuízo para a saúde publica. É o caso, com reconhecimento consagrado, das bebidas alcoólicas e do cigarro.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

A DIETA QUE PRODUZ SAÚDE

A maioria das pessoas que suportamos como inevitáveis tem duas causas: não ter o que comer e não saber comer. Em outras palavras, desnutrição e má nutrição, fome e desequilíbrio alimentar, deficiência nutricional e excesso de comida. Enquanto bilhões de pessoas morrem à míngua, mendigando o pão de cada dia, outro numeroso contingente de habitantes do planeta sofre as consequências de sua indisciplina alimentar.

A fome é um problema universalmente reconhecido. As doenças que dizimam os famintos estão relativamente bem configuradas. Mas o problema oposto, o dos abusos alimentares, não é bem compreendido. Embora as pesquisas médicas apontem nossa comida como culpada por inúmeras doenças, não é fácil convencer algúem a mudar seus hábitos alimentares.

Hábitos modernos que produzem doenças

Um exemplo flagrante é o câncer. Há várias causas dietéticas para este terrível flagelo. Os agro tóxicos e os aditivos químicos, por exemplo, usados com alarmante frequência na alimentação moderna, podem desencadear tumores malignos. Outro fator de risco é o consumo excessivo de gordura, hoje tão comum em todos os cardápios. Ingerir muita gordura é perigoso também para a saúde das artérias, podendo causar aterosclerose, doenças cardíacas e acidentes vasculares. O sal é um criminoso branco, se considerando sua cumplicidade no desenvolvimento da hipertensão arterial. Um regime com pouca fibra está associado à prisão de ventre, à apendicite, à diverticulose a ao câncer do cólon e reto, entre outros distúrbios digestivo, e, infelizmente, este é o regime da maioria das pessoas.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

O que é Nutrição???

É um processo biológico em que os organismos (animais e vegetais), utilizando-se de alimentos, assimilam nutrientes para a realização de suas funções vitais.

A nutrição pode ser feita por via oral, ou seja, pela maneira natural do processo de alimentação ou por um modo especial. No modo especial temos a nutrição ENTERAL e a nutrição PARENTERAL.
A primeira ocorre quando o alimento é colocado diretamente em uma área do tudo digestivo (geralmente o estômago ou o jejuno) através de sondas que podem entrar pela narina ou boca ou por um orifício feito por cirurgia diretamente no abdôme do paciente, juntamente com outro orifício feito por cirurgia diretamente no abdómen do paciente, juntamente com outro orifício gastro-intestinal usado no processo de digestivo. A nutrição parenteral é a que é feita quando o paciente é alimentado com preparados para administração diretamente na veia, não passando pelo o tubo digestivo (como o soro nas veias, quando se está impossibilitado de ingerir alimentos via oral).

A boa nutrição depende de uma dieta regular e equilibrada, ou seja, é preciso fornecer às células do corpo não só a quantidade como também a variedade adequada de substâncias importantes para o seu bom funcionamento. Os guias alimentares mais conhecidos são as pirâmides alimentares.



Todo ser vivo precisa se alimentar para sobreviver e se reproduzir. Mas, na espécie humana, a imensa capacidade de se adaptar a vários tipos de alimento que faz do Homo sapiens a espécie de hábitos alimentares mais diversificados do planeta, foi fundamental para a sua evolução.
Estudos indicam que um dos principais fatores que levaram nossos ancestrais a se distanciar da linhagem de seus parentes primatas foi a capacidade de se adaptar ao cardápio de diversos ambientes. Algumas teorias propõem, ainda, que o excepcional crescimento do nosso cérebro só se tornou possível graças à inclusão na dieta humana de alimentos proteicos e energéticos, particularmente a carne. O uso do fogo também contribuiu para a evolução da espécie. Cozidos, os alimentos ficam mais fáceis de ser digeridos e, por consequência, a absorção dos nutrientes é maior.

A agricultura e a pecuária, iniciadas há cerca de 10 mil anos, aumentaram o poder do homem sobre a própria nutrição. Desde então, a descoberta dos condimentos, a adoção de técnicas para aumentar a produtividade agro pecuária e o desenvolvimento de tecnologias de industrialização foram abrindo novas possibilidades de nutrição. Hoje, mesmo com a globalização e as facilidades de intercâmbio entre nações, cada povo guarda suas peculiaridades culinárias, segundo a disponibilidade dos ingredientes encontrados na região, mas também de acordo com seu modo de vida.